Consulta Psicoespiritual (Taroterápico)

quarta-feira, 29 de abril de 2009

subindo!


elevador da TV Gazeta na Av. Paulista - última entrevista de Carrano a TV Brasileira com assessoria de Dennis Brandão e Edson Lima

domingo, 26 de abril de 2009

o assombro sempre é maior que a assombração


tréplica de uma falsa polêmica (ô vício!)


Caro D.,

1) Jarbas "às-favas-com-os-escrúpulos" Passarinho emporcalhou, sim (é da natureza das aves), o lugar que ocupou ― e emporcalhou com sangue (é da natureza da meganha). O doxógrafo defende que se rasgue a Lei de Anistia ― o que seria o primeiro momento de auto-reflexão sincera na história do país das "transições suaves" ―, mas não acredito que intimamente leve a sério tal possibilidade, nem alimente a crença em processos judiciais à vera para os envolvidos. Não no país do Gilmar Mendes.

2) Mídia no singular explica-se pelo comportamento de manada, mormente as grandes mídias, pautadas que são pela TV. Compare a grita contra os "excessos" das ações policiais no Massacre da Castelinho durante o governo Saulo de Abreu Fº, digo, Alckmin, com a fuzilaria em cima dos Protógenes Fáusticos, dos Joaquins Policarpos Barbosas. Injustiça minha com Bucci: as polêmicas que entre nós prosperam vão do anódino ao supérfluo, orbitando em torno de ninharias, tecnicidades bacharelescas.

3) O meu jornal ideal é aquele que embrulha o peixe, molha, mas não rasga. Companheiro, vc acha mesmo que defender uma imprensa plural inclui colocar (mais) um canhão na mão de Sarneys, Delfins e Passarinhos? Conte à sua filha de 12 anos sobre a OBAN e depois pergunte se ela gostaria de te ver na companhia dessa galera medonha.

4) Você está certo sobre este ponto. Amei o meu epíteto: "contra-crítica chapa branca", é Gêmeos com ascendente em Gêmeos.

5) Seu nome no alto de um texto me faz pensar. Em dobro. Vc tentou relativizar a "dura", sim, ou talvez não tenha sido tão enfático em condená-la quanto a minha simplicidade de espírito careceria.

6) Estou aceitando parcerias públicas e privadas, vc talvez me compreenda, não tem sido fácil ganhar a vida neste nosso capitalismo de estado. A esquerda brazuca no pós-ditadura tinha (ainda tem) a faca e o queijo na mão, como teve a sua congênere italiana no pós-guerra, e o mesmo dilema moral: as cicatrizes do conflito armado de um lado e, de outro, a vontade de usufruir dos esquemas, de "fazer o que todo mundo faz", nas palavras imorredouras do Nosso Guia. Os compagni que não embarcaram num terrorismo equivocado, temporão e sanguinário, se lambuzaram na versão acomodatícia, com a conseqüente mafianização da vida social, política e econômica do país. Isso levou ao assassinato de Moro e Falcone, isso desagua em Berlusconi e na Lega Nord e agora... Battisti. Deve doer fundo na xenófoba alma peninsular ouvir o ministro brasileiro da Classificação Racial (outro dos seus impagáveis 'tags') afirmar que a justiça italiana não é confiável. Sendo assim, e se vc me permite, é melhor não perturbar demais sua conversão 'neocon' em campanhas revisionistas: colegas e aliados seus, antigos e atuais, poderiam ter constrangimentos na eventualidade do menor rasgo na Lei de Anistia. Cordiais saudações,

Missosso

encerramento do encontro Invisível

sexta-feira, 24 de abril de 2009

novos talentos invisíveis



quinta-feira, 23 de abril de 2009

AGENDA de 25 à 29/04

PROJETO CARRANO

Sábado 25/04/09

15h00 ás 18h00 - Encontro Invisível no Espaço Plínio Marcos - Banca de “O Autor na Praça” - Praça Benedito Calixto – Pinheiros.
(Entrevista de novos voluntários)

Quarta Feira 29/04/09 (sede da i:i Rua Tonelero, 854 Lapa)

13h00 às 15h00 – Entrevista de novos voluntários
(se faz necessária à presença do coordenador de cada equipe)

15h00 às 18h00 – Treinamento de Captação de Recurso para o Projeto Carrano (destinado à equipe de produção, atores e captadores)

18h00 às 21h00 – Audição para banda seguida de ensaio.
(trazer seus próprios instrumentos)

terça-feira, 21 de abril de 2009

o Deus quântico criou o universo, mas não o pode operar


Para o mundo da física, as teorias quânticas descrevem uma série de fenômenos bizarros, como partículas que desaparecem aqui e surgem acolá, ou que se comportam como onda e como partícula a depender da situação, “coisas” que são e não são ao mesmo tempo, etc.; já para a metafísica, as conseqüências são muito mais sérias: um suposto Demiurgo quântico até poderia ter criado o universo, mas não possuiria nenhum controle sobre a sua criatura.

A realidade é um devir contínuo ― como já tinha notado Heráclito ―, e um devir contínuo é um vir-a-ser-alguma-coisa; o que é, e como se determina esse vir-a-ser-alguma-coisa, é onde a porca torce a primeira espiral do rabo: ninguém pode saber com certeza o que vem a seguir, apenas medimos possibilidades disto ou daquilo acontecer. A cada momento o universo precisa refazer suas apostas e, como disse Mallarmé, nenhum lance de dados pode abolir o acaso.

Nada nos garante que o sol vai nascer amanhã, disse Hume, sacudindo Kant de seu sono dogmático. O MUNDO É FUNDAMENTAL E ABSOLUTAMENTE LIVRE PARA FAZER O QUE QUISER NA PRÓXIMA JOGADA. Einstein se revoltou: Deus não joga dados. A possibilidade “zero” de um evento não significa, no mundo quântico, que ele não possa acontecer; o corolário disto confirma Machado de Assis: TUDO pode acontecer.

Stephen Hawking, em sua busca por uma teoria que unificasse todas as forças da física (Theory of Everything), percebeu que um tal conjunto de axiomas seria “completo”, isto é, não possuiria um fora que o balizasse, um metanível que atestasse sua verdade ou falsidade ― violando o Teorema de Gödel.

Nem Deus possui a Equação de Tudo.


contando visitas á partir de 26/04/09 12h41 PM:
Contador de visita

fotografemas


Encontro Invisível

Todo Sábado na Praça Benedito Calixto à partir das 15 horas no espaço Plínio Marcos - banca de "O Autor na Praça" acredite vindo !

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Celtas - Magia, Espiritualidade e Sabedoria

Justificar
Em todos os conceitos celtas encontramos grande lições que podem nos auxiliar a viver melhor. Um de seus mais sábios conceitos é o de que o tempo está e estará a nosso favor, nos oferecendo oportunidades que, muitas vezes, devem ser compreendidas em alguns segundos, mas que podem transformar qualquer coisa.

A filosofia de vida celta era muito simples: observar as grandes lições da Mãe Natureza, o que é uma grande dificuldade para o homem moderno. Para eles, a vida era um eterno movimento cíclico de transformação permanente: nascemos, crescemos, morremos e renascemos. Há o momento certo para cada coisa: arar a terra, semear, colher. As estações do ano são a prova da Natureza de que sempre, após um inverno rigoroso, há a chegada da primavera. Eles nos mostram que é preciso aprender a perder para ganhar depois.

Cada problema ou situação difícil, cada “doença” contém uma bênção para a cura e liberdade. Os celtas acreditavam que podemos, com responsabilidade e respeito, acionar os planos superiores, o Outro Mundo. Para, eles, o Outro Mundo, com sua graça de mistérios, está em nosso interior. Toda pessoa possui dentro de si uma chama, uma fogueira tranqüila, uma alma. É preciso perceber a sua alma, realizar uma ligação com a sua chama interior, mostrando que é preciso estar sempre ligado à sua própria essência.

Outra coisa muito bonita e importante nos ensinamentos celtas é o valor que eles davam à amizade, coisa rara nas sociedades modernas em que as pessoas sempre se esquivam das outras, por medo de serem “sugadas”. Para esse povo, uma amizade ultrapassava qualquer fronteira, qualquer plano. Existe a expressão gaélica que retrata muito o valor que davam à amizade, anam cara (amigo da alma), que O’Donohue retratou de uma forma encantadora em sua obra. O conceito de amizade deu aos celtas a idéia de companherismo, solidariedade, fidelidade, amizade profunda e especial. Além de seus conceitos sobre a vida, o universo mágico celta pode nos auxiliar a adquirir mais equilíbrio, tranqüilidade, vigor, prosperidade, coragem, amor em nosso dia-a-dia, através de suas antigas práticas de magia com elementos da natureza. A natureza está aí: é só acionar a sua energia.

Extraído da revista Sexto Sentido 44; 38-39

a beleza invsível

Apenas com olho mágico podemos desfrutar a beleza invisível, coisa que com os olhos nus é praticamente impossível.



domingo, 12 de abril de 2009

sábado, 11 de abril de 2009

o caubói ao entardecer



Um retrato moral resulta mais ambíguo ao poente do que com o sol a pino. Por contraditório que possa parecer, nisto reside a licença poética e um dos vértices do multifacetado “Gran Torino” (2008), filme mais recente de Clint Eastwood, anunciado como o seu último trabalho de ator. Uma luz oblíqua costuma guiar os atos finais dos caubóis de Hollywood: nos westerns, caracteristicamente, este é um combate singular que acontece nos confins da cidade, ao cair da tarde ― fica com vantagem no duelo aquele que se colocar de costas para o crepúsculo.

“Gran Torino”, porém, enfrenta corajosamente as vicissitudes do crepúsculo, em particular os inevitáveis acertos de contas com o passado, o presente e o futuro. O filme começa e termina na morte, sem com isto redundar em fechamento exegético, nem acentuar demasiadamente o registro do trabalho de luto. Embora se preste a balanços de vida, de carreira, de posições políticas (o cineasta é um redneck, republicano e patriota de quatro costados), o plano narrativo não aceita soluções apaziguadoras: Dirty Harry 6 está na pista daquelas perigosas sínteses de que falava Hegel.

Walt Kowalski, veterano da Guerra da Coréia, viúvo que mora afastado dos filhos e netos num subúrbio de Detroit, é o proprietário de um Ford Gran Torino, modelo 1972. O carro pré-crise mundial do petróleo lembra tristemente a arrogância perdida no centenário da Ford, paradigma da indústria do século XX; somos levados a perfilar homologias históricas e biográficas do personagem numa arquitetura da degradação: o declínio físico a se desdobrar no esgarçamento dos laços familiares, que se espelha na decadência urbana de Detroit, metonímia do combalido setor automobilístico norte-americano, símbolo, por sua vez, do outono da superpotência mundial.

Como os irmãos Cohen em “Onde os fracos não têm vez” (2007), o Eastwood-diretor experimenta com a mistura de gêneros, no caso, o faroeste com o drama de tribunal. Na sala de espera da consulta médica, Kowalski finalmente entende: é um imigrante entre imigrantes, maverick ajustado socialmente, ex-combatente que enfrenta agora o tribunal interior da doença, da velhice e da memória. Neste processo ele recusa tanto a mediação religiosa como a reflexão melancólica; se escolhe, uma vez mais, a via da ação, não está em busca de outro punhado de dólares, mas de conferir sentido(s) à sua trajetória.

A conquista do Oeste mítico encenou a conquista do mundo: no corte rápido da edição ideológica, saía o vingador solitário e entrava o marine. Passagem de bastão que John Rambo realizaria, no imaginário da América e do mundo; afinal, supremacia se faz com guerras e guerras se fazem ultrapassando fronteiras éticas. Os filmes de tribunal representam, assim, um segundo tempo dialético do bang-bang: no momento em que a conduta vai ser escrutinizada pela Lei é que ela atinge a letra, ganha estatuto legal, e portanto, social. Jean Genet dizia que era apenas um homem que roubava, depois de condenado, tornou-se um ladrão.

A América (do norte, bem entendido) se tornou o que é por acreditar nos princípios da Lei e da Civilização (ocidentais, bem entendido); a crise atual, ao atingir o núcleo duro do sistema, deixa de ser uma questão econômica e se torna também uma questão de modelo, de visão de mundo. Esta é a condição pós-moderna descrita por Lyotard, falindo os laços de nacionalidade, as fidelidades étnicas e clânicas, em suma, as “grandes narrativas”, confiamos que a imagem fragmentária do cinema realize a façanha integradora, o terceiro tempo em que a pulsão forja a representação. Monco não é Rambo, Eastwood não é Schwarzenegger, mas o Gran Torino do filme é “verde”, como os carros que Obama deseja para a América.

Kowalski tem dificuldades com a nova ordem, mas não vai contra o inevitável: não há mais dois exércitos marcando o mapa com vermelho e azul, o que temos é um território instável tomado por gangues. Os créditos descem com o caubói cavalgando sozinho rumo ao horizonte.

quinta-feira, 9 de abril de 2009


ALIMENTAÇÃO
Sem alimentação correta a medicina é inútil,
com alimentação correta a medicina é desnecessária.
(lema Ayurvédico)

A medicina de hoje

Comparação entre métodos
alternativos holísticos e os

métodos da medicina convencional

Medicina integral
Medicina convencional


  • O sintoma é visto como um sinal de falta de equilíbrio interior.
    O sintoma é visto num contexto mais abrangente
  • O sintoma é o centro do tratamento
  • O médico procura uma explicação para o problema no organismo do doente, para assim entender as causas subjacentes
  • O médico procura algo externo para livrar o doente de seu sintoma
  • O tratamento abrange o corpo físico, mental e emocional do doente
  • O tratamento visa primordialmente o corpo físico do doente
  • O doente assume a responsabilidade e participa ativamente do processo de cura
  • O médico é uma autoridade e o doente segue suas instruções
  • O tratamento inclui mudanças no estilo de vida
  • O médico prescreve medicamentos e, ocasionalmente, mudanças no estilo de vida
  • O objetivo do tratamento é a transformação ou a restauração da saúde
  • O objetivo do tratamento é a eliminação do sintoma
Fonte: Rita Kirsch Debroitner, PhD e Avery Hart, M.S.W,
Moving Beyond A.D.D./A.D.H.D.

terça-feira, 7 de abril de 2009

veja como nascem estrelas

Nesta imagem podemos ver três galáxias a cerca de 400 milhões de anos-luz de distância da Terra; a cor azul brilhante indica um intenso processo de formação de estrelas nas galáxias:


Uploaded with Avramovic Web Solutions ImageShack Hotspot

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Nova sociedade

vamos fazer uma sociedade em que todos possam ser, isto é, obter a oportunidade de desenvolver seus potenciais com o poder interior

Palavras do mestre


A Divindade é descrita nos Vedas como “Sahasra seersha purushaha sahasrakshah sahasra paad” (o SerCósmico tem milhares de cabeças, olhos e pés).
A importância dessa afirmação é que a Divindade Una se expressa através de milhões de indivíduos e que todos são divinos. Temos a tendência de esquecer essa grande verdade e considerar cada indivíduo separado dos demais.
A rivalidade e os conflitos entre os seres humanos começaram no momento em que a humanidade esqueceu a sua unidade fundamental. É chegado o momento para a reversão dessa tendência e para o restabelecimento da unidade fundamental entre os humanos.
"Sejam seu próprio Guru, seu próprio mestre, a lâmpada existe dentro de vocês mesmos. Acendam-na e prossigam sem temor"

Sathya Sai Baba
http://web.prover.com.br/nominato/7.29.htm

quinta-feira, 2 de abril de 2009