Consulta Psicoespiritual (Taroterápico)
Navegue pela Invisibilidade
domingo, 28 de junho de 2009
sábado, 27 de junho de 2009
Empresas competitivas vêem problemas sociais como oportunidades.
Faça sua doação a uma causa social e seja um cidadão socialmente responsável
(e verdadeiramente um contribuinte)
Pessoas físicas ou jurídicas podem contribuir!
O Projeto de Saúde mental e Cinema “Austregésilo Carrano” está religando a Arte a sua mais nobre causa e função: a cura - iluminando as principais questões sobre o tema à luz da sétima arte. (acesse nosso portal e saiba tudo sobre o Projeto Carrano: dos cursos com inclusão de portadores de doença mental às sinopses e argumentos dos filmes).
Uma nação mentalmente sã é a base de uma nação física e socialmente saudável, com maior poder de produção e consumo. Capaz de crescer diante das crises.
Ultimamente, o tema “saúde mental” tem sido muito discutido no mundo todo. A sociedade tem percebido a real necessidade de voltar os olhos para a melhoria da condição e da qualidade de vida dos cidadãos portadores de sofrimento mental.
Um número bastante expressivo de cidadãos brasileiros são portadores de sofrimento psíquico e estão em situação de risco social. Contribuindo com esta causa da forma que lhe for viável, você cidadão ou empresa, estará fazendo a sua parte. O retorno para a sua empresa vai além da dedução do imposto de renda* e do marketing social**, oferecemos para os beneméritos, palestras sobre o tema, oficinas de desenvolvimento pessoal e higiene mental, treinamento e auxílio para funcionários em estado de atenção (depressão, baixa auto-estima ou até mesmo transtornos mais complexos). As pessoas físicas terão como retorno, bolsas de estudo para os cursos do projeto (Cinema, Artesanato, Teatro, Artes, Semiótica e outros), entradas livres nos eventos, exibições e vernissages da i:i além de certificado de cidadão atuante.
Deposite qualquer quantia na
Conta Poupança de Pessoa Jurídica da:
Igreja Invisível - Banco: Caixa Econômica Federal
Conta: 16 – 0
Telefones (11)38010035 - 8543-2591
Sites:
igrejainvisivel.com.
deliriocoletivo.com.br
Envie a cópia do comprovante de depósito para o e-mail: projetocarrano@hotmail.com
* (Lei nº 9.249, de 1995, art. 13, inciso VI, e § 2º, incisos II e III) - A regra geral dos benefícios da Lei de doação é que os valores transferidos ao projeto são lançados como despesa operacional (IR e CSLL) e posteriormente é feita a dedução legal. Isso leva a empresa efetuar um resgate tributário na ordem de 74% ou mais no caso de doação.
**O Marketing Social é uma estratégia empresarial na qual a empresa volta seus olhos para o ambiente no qual está inserida, percebendo as reais necessidades e interesses de seu público–alvo e oferecendo soluções para essas necessidades.
** A filosofia do marketing socialmente engajado determina que o marketing de uma empresa deve dar apoio ao melhor desempenho do sistema de marketing no longo prazo.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Novos Cursos na Escola Invisível das Faculdades Mentais
segunda-feira, 22 de junho de 2009
sexta-feira, 19 de junho de 2009
DASDOIDA - o corpo é uma imagem do inconsciente

e a origem das neuras
a principal causa de desencontro entre o narcisismo da imagem do corpo da criança e seu esquema corporal (idade fisiológica), é notadamente quando o desejo libidinal oral de pegar, de saber e de compreender, e o desejo anal de fazer, agir, de experimentar, despertam na instância tutelar uma reação tão erótica ou tão recalcada (p.ex.: uma culpa enfiada no seu super-eu infantil). a mãe tomada de angústia, associa uma reação expressiva mais ou menos controlada, da qual a criança percebe sempre o `não dito´: olhares de desprezo, atitudes hostis, rupturas, palavras de censura que ela acredita serem educativas.
entretanto, a criança não tem sequer a oportunidade de recorrer ao fantasma do prazer arcaico; se for consolada pela mãe, pode reconciliar-se consigo mesma, identificar-se por introjeção com a mãe acolhedora para o bebê ainda impotente, o qual ela sabe acalmar. se por outro lado, a criança não for mais “amada”, for censurada e, se esta mãe aos olhos da criança, tem razão, numa identificação secundária com o agressor, tanto pior: ela está então submetida à introjeção de emoções insólitas, sem representações, ou por vezes uma representação de censura severa que pode se estender inclusive aos domínios do patronímico. surge então no inconsciente os efeitos da pulsão de morte, que investe contra as zonas erógenas do corpo provocando anorexias, vômitos, encoprese, enurese e insônia.
na clínica, encontramos pais e mães se acreditam “alvos”, como se tratasse de revide das criança que eles pretendem adestrar. quanto mais a criança apresenta os sintomas, mais eles querem adestrar: uma situação libidinal dramática, perversa: humanos que só podem destruir! a criança perde até a sensibilidade de suas sensações esfincterianas distintas, de suas sensações do trânsito intestinal, fica totalmente entregue às pulsões de morte, já que sua imagem de base, a mais fundamental, é associada à mãe e está ligada à vida e à morte. se da mãe apenas emergem signos de repulsa e recusa, se dela não brota mais nenhuma característica de vida para o espírito e o coração, então, para o corpo que não pode viver sem espírito e sem coração, ela se torna morte. A morte-mãe se torna a referência anti-existencial e existencial simultaneamente.[1]
estas crianças chegando no limite do vivente: sendo sujeitos extremamente inteligentes, não podem mais engolir, não podem mais mastigar: sua anorexia, que é uma falta generalizada do desejo de amar, do desejo de desejar, do desejo de trocar, é particular e psicótica. todas as crianças psicóticas entram em estado crônico que pode ser atravessado por atitudes bizarras passageiras do corpo que não podem ser ditas de outra forma. a criança psicótica fica refém de pulsões insólitas provocadas por fantasmas, acontecimento real ou pulsões agressivas contrarias à instância tutelar. em geral as pulsões de morte do sujeito do desejo são localizadas nas zonas erógenas. a única maneira de lutar contra a angústia com relação aos pais de hoje, é de se refugiar nas lembranças de seus pais de ontem, de um mesmo dele arcaico. podemos dizer que se trata de um processo de autismo, de uma defasagem em relação ao resto do ritmo de vida relacional atual, de sua imagem existencial; daí o retorno a certos componentes da imagem do corpo da criança que não pode permanecer focalizado em seu esquema corporal de hoje, e fazer corresponder a isto a manifestação de seus desejos de sujeito.
Pedrinha na mão
Os poucos críticos que ainda pensavam a obra de Lygia Clark quando ela se declarou psicoterapeuta, aceitaram a explicação sem contestação. Ela partiu da criação pictórica no plano (telas) para formas autônomas (os “Bichos”), e então o objeto se tornou interativo com o espectador, - melhor dizendo, o participante; que em dado momento, deixa de precisar do objeto. O principal estava na interação entre o participante e o objeto, que vai se tornando mais e mais como um acessório de palco do que qualquer outra coisa. Então isso é muito lógico. Ela passa por um limiar quando decide fazer disso uma espécie de cura ou alguma coisa. Ela diz: “não troquei a arte pela psicanálise, desde que pedi a participação do espectador, que foi em 59, daí por diante meu trabalho exige a participação do espectador; meu trabalho foi sempre me conduzindo para outro experimentar, não só para vivência minha. Por ora, tenho a consciência de que meu trabalho é um campo experimental, rico em possibilidades e é só. (carta). Com os “Objetos Relacionais” ela chega ao ponto mínimo da materialidade do objeto: ele é apenas a encarnação da transmutação que se operou no sujeito. Saquinhos de plástico e pano contendo água, areia, ar, isopor; tubos de borracha, mel, conchas convocando o desmanchamento do contorno, o desregramento da imagem corporal. Uma viagem intensa para além da representação. Lygia deixava por prudência, uma pedrinha nas mãos do receptor para que ele pudesse, a exemplo de João e Maria, encontrar o caminho de volta. Volta para o familiar, a imagem, o humano – a prova de realidade de seu ritual. Ela propunha uma vivência na fronteira
terça-feira, 16 de junho de 2009
sábado, 13 de junho de 2009
A falsa sensação de Liberdade
E aí que conceitos liberais (propriedade privada, estado de direito, capitalismo e consumismo, etc.) (re)inventaram a ‘democracia’, então os conservadores – menos abrangentes – a burocratizaram. Quando a idéia de democracia, ou seja, a liberdade de escolha que já vem desde os primórdios da sociedade, surgiu no início deste contexto sócio-econômico, mais ou menos no início do século XX, foi vista como uma tentativa socialista em igualar todos, o que vai contra a divisão de classes capitalista.
Com o tempo, a introdução da democracia nas principais potências econômicas virou uma tendência mundial. Foi-se visto que a liberdade desta democracia é diferente da liberdade revolucionária socialista – que, no decorrer do século XX teve sua imagem manchada por déspotas.
Democracia é a liberdade que os (neo)liberais defendem. A falsa sensação de que qualquer um entre todos pode sim conquistar o poder. Você acredita nisso?
Na minha humilde opinião, a democracia liberal conforta e conforma as pessoas que não entendem o que é política. As pessoas não têm dúvidas de que, quando surgir, e se surgir, uma oportunidade, elas poderão entrar no páreo para ser escolhidas dentre os montes que disputam com unhas e dentes os cargos políticos. Até parece bem possível. Mas em nosso país infelizmente não há um sistema de capacitação política, de alfabetização política. As coisas não funcionam só na base da vontade de fulano, ou da comunidade tal. Há uma vontade dentro de cada partido, onde são escolhidos os mais "capazes", mas ser capaz para o partido não quer dizer ser capaz empiricamente. São tantas eleições antes da eleição verdadeira, que dificulta ao extremo a chegada ao poder para qualquer um entre todos. São muitos os chamados, mas poucos os escolhidos. Dentre os escolhidos, conta-se nas mãos os politicamente capazes. Mas é assim que funciona esta democracia, a liberdade sem igualdade. Conceitos modernos manipulados pela maquina capitalista que ainda não foi destruída. Está crescendo. E vai crescer mais, tanto que vai explodir. E aí os eleitores deixam de ser o óleo pra máquina pra virar gestores. Verdadeiros gestores de suas vontades e convicções. Livres e iguais. Revolucionários.




















